Índice encerra o pregão acima dos 171 mil pontos, com avanço de mais de 0,5%, enquanto Petrobras registra queda superior a 4% e puxa o lado negativo.

O Ibovespa encerrou a sessão em terreno positivo, com o índice sustentado por ganhos expressivos em siderúrgicas e educação, segmentos que lideraram as altas do dia. O movimento, contudo, foi parcialmente contido por um recuo acentuado das ações da Petrobras e pela fraqueza de outros papéis de peso, deixando o saldo do dia em alta moderada. O dólar também fechou em alta, pressionado pelo ambiente externo.

Siderúrgicas e educação lideram as altas do dia

Usiminas e CSN figuraram entre as maiores altas do Ibovespa na sessão, refletindo um movimento de recuperação no setor siderúrgico que ganhou força ao longo do pregão. YDUQS liderou o ranking de valorização com avanço de quase 13%, movimento expressivo que destacou o setor de educação como protagonista da jornada. Suzano também integrou o grupo das maiores altas, contribuindo para diversificar os vetores positivos do índice.

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Ativo Variação Valor
Ibovespa ▲ 0,51% 171.907
Dólar ▲ 0,40% 5,157

Às 21h01 (Horário de Brasília)24/08/2026

Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

Ativo Variação Valor
YDUQS PART (yduq3) ▲ 12,83% 8,880
USIMINAS (usim5) ▲ 8,70% 7,120
SID NACIONAL (csna3) ▲ 7,72% 5,160
CYRELA REALT (cyre3) ▲ 3,59% 23,94
SUZANO S.A. (suzb3) ▲ 3,00% 46,32

Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

Ativo Variação Valor
BRASKEM (brkm5) ▼ 6,71% 4,730
MARFRIG (mbrf3) ▼ 5,53% 18,46
PETROBRAS (petr4) ▼ 4,94% 42,11
PETROBRAS (petr3) ▼ 4,86% 46,94
AZZAS 2154 (azza3) ▼ 3,96% 14,54

Petrobras recua e Braskem lidera as perdas

O lado negativo do pregão foi dominado pelas ações da Petrobras, que registraram quedas superiores a 4% nas duas classes de papéis, impactando o desempenho geral do índice dado o peso relevante da estatal na composição do Ibovespa. Braskem liderou as baixas do dia com recuo de mais de 6%, enquanto Marfrig também figurou entre as maiores perdas, contribuindo para limitar os ganhos do índice ao longo da sessão.

Dólar sobe em dia de cautela externa

O dólar encerrou o pregão em alta, acima dos R$ 5,15, em movimento que acompanhou um ambiente de cautela nos mercados internacionais. O cenário externo segue permeado por incertezas relacionadas à política de imigração e vistos nos Estados Unidos, com o governo Trump planejando novas restrições, o que tende a alimentar aversão ao risco em mercados emergentes como o Brasil.

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Febraban aponta excesso de crédito e chama atenção do setor bancário

No campo macroeconômico, a Febraban reconheceu, segundo o Valor Econômico, que bancos exageraram na oferta de crédito e devem fazer um ‘mea culpa’, sinalizando possível reajuste de apetite do setor financeiro. O tema entra no radar de quem acompanha ações do setor bancário listadas no Ibovespa, uma vez que mudanças no ritmo de concessão de crédito podem afetar margens e resultados à frente.

Editorial BolsaNews