Índice recuou 0,18% no dia, enquanto o dólar avançou 0,42%, pressionado por fluxo externo e ambiente de cautela nos mercados.

O Ibovespa fechou a sessão com variação negativa discreta, sustentado parcialmente pelas ações ligadas ao petróleo, que foram destaque positivo do dia. Do lado oposto, papéis do setor de construção civil e siderurgia registraram perdas expressivas, pesando sobre o índice. O dólar encerrou em alta, refletindo cautela no ambiente externo.

Petróleo ampara Petrobras e PRIO no topo das altas

As ações de Petrobras, tanto ordinária quanto preferencial, e PRIO figuraram entre as maiores altas do Ibovespa na sessão, sustentadas pelo movimento favorável do petróleo no mercado internacional. O setor funcionou como amortecedor para o índice, que sem esse desempenho teria registrado recuo ainda mais acentuado no dia.

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Ativo Variação Valor
Ibovespa ▼ 0,18% 206.506
Dólar ▲ 0,42% 5,047

Às 21h01 (Horário de Brasília)14/10/2026

Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

Ativo Variação Valor
PRIO (prio3) ▲ 2,29% 68,29
PETROBRAS (petr4) ▲ 2,22% 58,11
COPASA (csmg3) ▲ 1,97% 63,60
PETROBRAS (petr3) ▲ 1,94% 65,02
AXIA ENERGIA (axia3) ▲ 1,80% 59,91

Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

Ativo Variação Valor
TENDA (tend3) ▼ 5,46% 28,41
USIMINAS (usim5) ▼ 4,76% 6,810
MAGAZ LUIZA (mglu3) ▼ 4,49% 10,85
CYRELA REALT (cyre3) ▼ 4,31% 32,45
MINERVA (beef3) ▼ 4,13% 4,180

Construção e siderurgia lideram as perdas do pregão

Tenda, Cyrela e Magalu acumularam quedas relevantes na sessão, refletindo a sensibilidade desses setores ao ambiente de juros elevados e à percepção de risco doméstico. Usiminas também recuou de forma acentuada, acompanhando o movimento negativo do setor siderúrgico, afetado por preocupações com demanda e margens.

Câmara aprova perdão de dívidas e novo teto para MEI

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 461 votos a 4, projeto que perdoa dívidas do Microempreendedor Individual e eleva o limite de faturamento anual para até R$ 140 mil, segundo o Valor Econômico. A medida pode ampliar o universo de pequenos negócios formalizados, com potencial repercussão indireta no consumo e no varejo ao longo dos próximos meses.

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Telefônica aprova R$ 450 mi em juros sobre capital próprio

A Telefônica Brasil, controladora da marca Vivo, deliberou pela distribuição de R$ 450 milhões em juros sobre capital próprio aos acionistas. O evento é de natureza corporativa e tende a ser acompanhado de perto por investidores que monitoram o fluxo de proventos do setor de telecomunicações.

Com o pregão encerrado, o mercado volta a atenção para o cenário externo e para a agenda de dados econômicos dos próximos dias, que devem calibrar o apetite por risco tanto no Ibovespa quanto no câmbio nas próximas sessões.

Editorial BolsaNews