Radar Semanal | Minério de Ferro: mínima de dois anos e recuperação técnica no fechamento
Minério de ferro tocou mínima em mais de dois anos na semana, com demanda fraca na China e oferta elevada, mas fechou em alta de 0,24% após compras na baixa.
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Minério de ferro tocou mínima em mais de dois anos na semana, com demanda fraca na China e oferta elevada, mas fechou em alta de 0,24% após compras na baixa.
O minério de ferro encerrou a sessão desta sexta-feira em queda de 1,16% na Bolsa de Dalian, com o contrato futuro de janeiro fechando a US$ 101,8. O movimento reflete percepção de demanda enfraquecida pelo setor siderúrgico chinês. O resultado pode impactar papéis de mineradoras brasileiras com exposição ao mercado asiático.
O minério de ferro registrou queda expressiva na Bolsa de Dalian nesta quinta-feira, com recuo de 3,12%, após uma semana sem negociações em função de feriado nacional na China. A reabertura do mercado chinês pressionou o ativo, que opera em território negativo. O movimento tende a repercutir sobre empresas brasileiras do setor de mineração.
A Intercontinental Exchange, controladora da Bolsa de Valores de Nova York, criou um novo instrumento de derivativos lastreado em ouro na praça londrina. O movimento preenche uma lacuna histórica no mercado britânico, que concentra o maior volume de negociação de ouro físico do mundo, mas carecia de contratos futuros robustos. A iniciativa coloca Londres em disputa direta com Nova York pelo protagonismo nos derivativos do metal.
Minério de Ferro recua 0,44% na semana, pressionado por demanda fraca de aço na China, acúmulo de estoques portuários e cortes de produção nas usinas.
Ouro fecha a semana com queda de 2,36%, em US$ 4.320,5, pressionado pela valorização do dólar e pelas crescentes apostas em novo aperto do Fed.
Minério de ferro recua 0,61% na semana, pressionado pelo aumento de juros do Fed e margens negativas do aço na China. Ativo opera abaixo das médias longas.
Ouro encerra a semana em +0,16%, em US$ 4.415,90, após recuar a mínima de seis semanas e se recuperar com a decisão do Fed e o alívio no petróleo.
WTI fecha a semana com queda de 4,58%, a US$ 95,47, após Saudi Aramco sinalizar restauração parcial do oleoduto Leste-Oeste em dias.
Combinação de anomalia climática e queda de estoques na Índia pode transformar o açúcar na commodity de maior volatilidade em 2027. O último terço da safra brasileira deve ser prejudicado por excesso de chuvas, enquanto a Índia enfrenta risco de déficit interno. Após alta de 20% em agosto, analistas veem pressão crescente sobre os preços.
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