Radar Semanal | Bitcoin: Waller freia apostas no Fed e ETFs registram maior captação do ano
Bitcoin avança 4,64% na semana e toca máxima de quatro meses acima de US$ 82 mil após sinais dovish do Fed e ETFs captando US$ 730 mi em um dia.
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Bitcoin avança 4,64% na semana e toca máxima de quatro meses acima de US$ 82 mil após sinais dovish do Fed e ETFs captando US$ 730 mi em um dia.
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, desmentiu relatos de que as reservas de bitcoin do país, avaliadas em cerca de US$ 618 milhões, teriam sido repassadas a um operador privado no âmbito do acordo com o FMI. Segundo Bukele, apenas as ações da carteira Chivo foram objeto de transferência. O FMI anunciou a liberação de quase US$ 140 milhões em novos recursos após El Salvador demonstrar que suas aquisições de bitcoin eram custeadas por doações privadas, e não por recursos públicos.
O Ibovespa encerrou o pregão praticamente sem variação, enquanto o dólar avançou cerca de 0,5% após um relatório de empregos nos EUA mais forte do que o esperado reforçar a expectativa de novos apertos monetários pelo Federal Reserve. As bolsas de Nova York fecharam em queda, pesando sobre o humor global.
Títulos do Tesouro americano registraram alta após o membro do Federal Reserve Christopher Waller destacar avanços no processo desinflacionário dos Estados Unidos. A declaração contribuiu para reduzir expectativas de aperto monetário adicional, aliviando a pressão sobre os rendimentos dos Treasuries. O movimento repercutiu em outros mercados, com ouro e criptomoedas também operando em alta no período.
O Bitcoin ultrapassou a barreira de US$ 81 mil nesta sexta-feira, impulsionado pelo recuo das apostas em novas altas de juros. O mercado de criptomoedas como um todo reagiu de forma expressiva, com alguns ativos registrando ganhos de até 20% na sessão. Entradas relevantes em ETFs de Bitcoin também contribuíram para sustentar o nível alcançado.
Os mercados globais operam em compasso de espera pelo payroll dos EUA, dado que pode definir o próximo movimento do Ibovespa. Na Ásia, Nikkei e Hang Seng se destacam com ganhos expressivos, enquanto futuros americanos dividem direção. No Brasil, crise no STF e declarações de Haddad sobre o varejo entram no radar político-econômico.
O Ibovespa encerrou o pregão desta sessão com variação marginal, interrompendo uma sequência de altas após o índice chegar perto dos 189 mil pontos. O dólar fechou estável, próximo a R$ 5,10, em dia de alívio cambial no exterior. Em Wall Street, os três principais índices avançaram com força, sustentados pela queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano.
O Bitcoin registrou alta e operou na faixa de US$ 77.800, movimento associado ao otimismo em torno do avanço do ambiente regulatório para criptomoedas nos Estados Unidos. O movimento ocorre em sessão marcada pela expectativa dos mercados globais com dados econômicos americanos. Analistas monitoram se o contexto normativo mais favorável sustenta o nível de preços.
Mercados globais operam sem direção definida na véspera do payroll americano. O petróleo Brent avança e sustenta parte dos futuros, enquanto o Ibovespa mantém trajetória de alta com analistas monitorando o nível de 200 mil pontos. Agenda do dia traz PMI de serviços dos EUA e falas de membros do Fed.
O Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira em forte alta, acima dos 185 mil pontos, acumulando a 11ª sessão consecutiva de valorização. O dólar cedeu e voltou ao patamar de R$ 5,10, com o mercado reagindo à aproximação de Flávio Bolsonaro a Lula nas pesquisas eleitorais e ao ingresso de capital estrangeiro na bolsa.
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