Radar Semanal | Ouro: CPI brando abre máxima de dois meses, mas PPI freia o rali
Ouro avança +0,91% na semana, toca US$ 4.445 após CPI de julho em linha, mas recua com PPI e fecha em US$ 4.380.
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Ouro avança +0,91% na semana, toca US$ 4.445 após CPI de julho em linha, mas recua com PPI e fecha em US$ 4.380.
O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira praticamente no zero a zero, após sequência de nove sessões de queda que corroeu valor de mercado de grandes empresas listadas. O dólar avançou quase 1%, pressionando o câmbio e motivando o Banco Central a anunciar leilões de linha para o próximo pregão.
O Ibovespa encerrou o pregão em leve queda, completando nove sessões consecutivas de perdas e superando 3% de recuo na semana. O dólar avançou pelo maior número de sessões seguidas em 2026, chegando ao nível mais alto desde março. A saída de investidores estrangeiros e o ambiente político doméstico pesaram sobre os ativos brasileiros.
O Ibovespa segue pressionado nesta tarde de segunda-feira, operando em queda de cerca de 0,9%, enquanto o dólar avança e a PTAX oficial do dia confirma a valorização da moeda americana. Papéis como CPFL Energia e Braskem figuram entre os maiores recuos da sessão. O pregão segue em aberto e o mercado americano, já em operação desde as 10h30, oferece contexto adicional para o movimento.
O investidor estrangeiro intensificou a retirada de recursos da bolsa brasileira, com saque de R$ 4,7 bilhões registrado no pregão de terça-feira, 11 de agosto. O movimento representa a maior saída diária desde abril de 2021 e ocorre em meio à aproximação do calendário eleitoral, fator que tem elevado a cautela do capital não residente com ativos brasileiros.
O Ibovespa abriu o pregão desta sexta-feira em queda e segue pressionado até o fechamento desta edição, às 11h05, tentando sustentar o nível dos 166 mil pontos. O dólar avança, refletindo a combinação de cautela eleitoral doméstica e dados fracos de varejo nos Estados Unidos. O mercado americano ainda não havia aberto no momento desta publicação.
Mercados globais encerram a semana em direções divergentes: tecnologia sustenta S&P e Nasdaq em alta, mas Hang Seng pressiona o humor com queda superior a 1%. No Brasil, tensão comercial com os EUA e resultados corporativos negativos dominam o radar local.
O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira em leve queda, pressionado pelo tombo expressivo da Hapvida. No lado positivo, MRV e Cogna sustentaram ganhos relevantes. O dólar operou em baixa moderada.
As ações da Workday registraram forte alta após relatos de que a gestora de private equity Silver Lake estaria em conversas para adquirir a companhia. O movimento chama atenção do mercado de tecnologia e coloca em foco uma possível onda de consolidação no segmento de software empresarial. A operação, se confirmada, teria potencial para ser uma das maiores transações do setor nos últimos anos.
O Ibovespa encerrou o pregão em queda pelo oitavo dia consecutivo, sequência rara na história recente da bolsa brasileira. O dólar cedeu marginalmente após quatro altas seguidas. Nos EUA, dados de inflação ao produtor abaixo do esperado impulsionaram S&P 500 e Nasdaq.
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