Radar Semanal | S&P 500: semana travada entre geopolítica e payroll acima do esperado
S&P 500 fecha a semana com variação de +0,09%, entre pressão geopolítica com Irã e payroll de 162 mil vagas, bem acima do consenso de 53 mil.
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S&P 500 fecha a semana com variação de +0,09%, entre pressão geopolítica com Irã e payroll de 162 mil vagas, bem acima do consenso de 53 mil.
A Realty Income, REIT americano voltado ao varejo, registra dividend yield de 5,3%, destacando-se entre as poucas ações do S&P 500 com rendimento acima dessa marca. A estrutura jurídica da companhia obriga a distribuição de 90% dos lucros aos acionistas. O portfólio é composto majoritariamente por inquilinos de setores considerados resilientes, como supermercados, farmácias e lojas de materiais de construção.
O Ibovespa encerrou o pregão praticamente sem variação, enquanto o dólar avançou cerca de 0,5% após um relatório de empregos nos EUA mais forte do que o esperado reforçar a expectativa de novos apertos monetários pelo Federal Reserve. As bolsas de Nova York fecharam em queda, pesando sobre o humor global.
O Ibovespa encerrou o pregão desta sessão com variação marginal, interrompendo uma sequência de altas após o índice chegar perto dos 189 mil pontos. O dólar fechou estável, próximo a R$ 5,10, em dia de alívio cambial no exterior. Em Wall Street, os três principais índices avançaram com força, sustentados pela queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano.
O Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira em forte alta, acima dos 185 mil pontos, acumulando a 11ª sessão consecutiva de valorização. O dólar cedeu e voltou ao patamar de R$ 5,10, com o mercado reagindo à aproximação de Flávio Bolsonaro a Lula nas pesquisas eleitorais e ao ingresso de capital estrangeiro na bolsa.
O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 1,30%, atingindo o maior patamar em quase quatro meses e completando dez sessões consecutivas de valorização. O dólar cedeu frente ao real em dia positivo para ativos domésticos, enquanto as bolsas americanas fecharam em queda.
O Ibovespa encerrou o pregão em alta pelo nono dia consecutivo, impulsionado por Petrobras. O dólar cedeu levemente, influenciado pelo dia de Ptax e pelo cenário eleitoral. Em Nova York, as bolsas fecharam no vermelho com a escalada das tensões entre EUA e Irã.
Os contratos futuros dos principais índices americanos operam em queda nesta segunda-feira após novos ataques militares entre Estados Unidos e Irã na região do Estreito de Ormuz. O petróleo sobe mais de 2% com o acirramento das hostilidades. Apesar da pressão do dia, Wall Street acumula ganhos expressivos ao longo de agosto.
S&P 500 fecha semana em alta de 0,49%, a 7.711 pontos, com Nvidia puxando o índice para cima e Warsh reforçando alerta de inflação em Jackson Hole.
O Ibovespa encerrou o pregão em alta moderada, sustentado por Petrobras, enquanto o dólar subiu e se aproximou dos R$ 5,20 após o presidente do Fed, Kevin Warsh, reafirmar postura dura no combate à inflação americana. No exterior, S&P 500 e Nasdaq fecharam no vermelho.
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