Radar Semanal | Petróleo (WTI): Ormuz dita o ritmo e semana fecha em queda de 4,16%
WTI encerra a semana com queda de 4,16%, fechando a sexta-feira em US$ 83,44, pressionado por fluxo crescente pelo Estreito de Ormuz e impasse diplomático EUA-Irã.
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WTI encerra a semana com queda de 4,16%, fechando a sexta-feira em US$ 83,44, pressionado por fluxo crescente pelo Estreito de Ormuz e impasse diplomático EUA-Irã.
O Ibovespa encerrou o pregão em alta moderada, sustentado por Petrobras, enquanto o dólar subiu e se aproximou dos R$ 5,20 após o presidente do Fed, Kevin Warsh, reafirmar postura dura no combate à inflação americana. No exterior, S&P 500 e Nasdaq fecharam no vermelho.
A economia francesa não registrou avanço no segundo trimestre de 2026 em relação ao trimestre anterior, com variação de 0% no PIB. No mesmo período, a inflação de energia acelerou de 12,6% para 16,7%, impulsionada pelos derivados de petróleo, enquanto o índice harmonizado com a União Europeia atingiu 4,5%, o patamar mais elevado desde o início de 2023.
Wall Street opera em compasso de espera antes do discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole, evento que pode redefinir as expectativas para os juros longos nos EUA. Europa avança enquanto o ouro opera nas máximas do dia. No Brasil, agenda política movimentada com Camex, PEC da Segurança e tensão comercial com Washington.
O Ibovespa encerrou a sessão em alta modesta, sustentado por um movimento expressivo em Braskem, que disparou próximo a 20% e dominou o noticiário corporativo do dia. O dólar operou estável, sem variação relevante frente ao real.
O Ibovespa encerrou o pregão em alta, retomando os 175 mil pontos com apoio de Petrobras e Vale. O dólar subiu levemente, em movimento de cautela antes do discurso do presidente do Fed, Kevin Warsh, em Jackson Hole. No exterior, o Nasdaq liderou os ganhos em Wall Street após falas da Nvidia amenizarem preocupações sobre o setor de inteligência artificial.
O Ibovespa avança moderadamente nesta tarde de pregão, com destaque para Braskem entre as maiores altas. O dólar também opera levemente no campo positivo, após a divulgação da PTAX oficial do dia. O ambiente externo é monitorado de perto, com petróleo em alta e sinalizações do Fed sobre política monetária.
Mercados globais operam sem direção única nesta quinta-feira, com o balanço da Nvidia servindo de pano de fundo para o humor dos investidores. Jackson Hole entra em cena e dados de desemprego nos EUA são aguardados ao longo do dia. No Brasil, atenção à PNAD Contínua e ao alerta da Anbima sobre FIDCs.
O Ibovespa fechou praticamente no zero a zero após chegar a superar os 176 mil pontos durante o pregão. O dólar cedeu de forma marginal, enquanto o petróleo Brent avançou mais de 1,6% e os juros dos Treasuries de 10 anos subiram, limitando o apetite por risco globalmente.
O IPCA-15 registrou deflação de 0,40% em agosto, surpreendendo o mercado, que esperava variação menos negativa. Com o dado, a prévia da inflação oficial acumula alta de 3,09% no ano e 4,24% em 12 meses. O resultado repercutiu no mercado de juros e reforça o debate sobre o ritmo da política monetária.
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