Radar Semanal | Petróleo (WTI): ataques houthis e estoques empurram barril a máxima de 22 semanas
WTI fecha a semana com alta de 2,00%, encerrando em US$ 103,44 após ataques houthis na Arábia Saudita e queda inesperada nos estoques americanos.
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WTI fecha a semana com alta de 2,00%, encerrando em US$ 103,44 após ataques houthis na Arábia Saudita e queda inesperada nos estoques americanos.
O preço do petróleo atingiu US$ 114 por barril, nível não registrado desde maio, enquanto os mercados globais de ações operam sob forte pressão. O movimento combina alta da commodity com aversão ao risco impulsionada por preocupações com o setor de inteligência artificial.
O Ibovespa fechou em alta na última sessão antes do segundo turno, sustentado por alocações de fim de semana. O dólar recuou com força e voltou a operar abaixo de R$ 5,00. No exterior, bolsas americanas e europeias operaram em queda, pressionadas por tensões geopolíticas e cautela com o setor de tecnologia.
O petróleo Brent registra forte queda nesta sexta-feira, enquanto dados preliminares de atividade na Europa mostram desaceleração. No Brasil, o debate político em torno do equilíbrio fiscal e o IPCA-15 concentram as atenções do mercado local.
O Ibovespa encerrou o pregão em queda superior a 1%, enquanto o dólar avançou e os juros futuros subiram. A pressão veio de dois lados: o exterior adverso, com Nasdaq e S&P 500 no vermelho, e o ambiente doméstico marcado pela aproximação do segundo turno eleitoral.
O Ibovespa abriu o pregão desta quinta-feira em território negativo e mantinha recuo até o fechamento desta edição, às 11h05, pressionado pela combinação de incerteza eleitoral doméstica e alta do petróleo no exterior. O dólar acompanhou o movimento de aversão a risco e operava em alta moderada. Siderúrgicas e mineradoras lideravam as perdas do índice.
Bolsas asiáticas operam com perdas expressivas nesta quinta-feira, pressionadas pela alta do petróleo e preocupações com o setor de inteligência artificial. Futuros de Wall Street cedem após balanços de Meta e Tesla. No Oriente Médio, tensão geopolítica se intensifica com relatos de que Trump teria impedido ataque de Israel ao Irã.
O Ibovespa fechou o pregão em queda de cerca de 0,86%, enquanto o dólar se manteve firme perto de R$ 5,02, na contramão de um exterior positivo. O fator eleitoral doméstico pesou sobre o humor do mercado local, ofuscando os ganhos registrados em Wall Street e na Europa.
A inflação britânica avançou a 3,5% ao ano em setembro, afastando-se da meta de 2% fixada pelo Banco da Inglaterra. O conflito entre EUA e Irã aparece como fator de pressão sobre os preços, complicando o ambiente para a próxima reunião de política monetária do BoE. A autoridade enfrenta o dilema de conter a inflação sem comprometer o crescimento econômico.
O Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira com forte alta, atingindo a segunda melhor marca de sua história, com o trade eleitoral no centro das atenções. O dólar cedeu e ficou abaixo de R$ 5,03, enquanto as taxas do Tesouro Direto caíram com as novas pesquisas de segundo turno. Em Nova York, as bolsas fecharam mistas, com Dow Jones em alta e Nasdaq praticamente estável.
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